Feira: Polícia utiliza drone em operação na Feira do Rolo e apreende celulares



Quinze policiais militares da 64ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), com o auxílio de um drone, realizaram uma operação na Feira do Rolo, na manhã desta terça-feira (31), para coibir a venda de produtos de origem não comprovada. Foram apreendidos na ação, coordenada pelo tenente Morais, seis aparelhos celulares sem nota fiscal e um rádio de veículo automotor.

De acordo com o tenente Morais, em entrevista ao Acorda Cidade, a operação na Feira do Rolo é feita semanalmente. Segundo ele, algumas pessoas tentaram escapar, mas foram capturadas pela polícia, porém ninguém foi conduzido à delegacia, após as devidas averiguações.

O tenente falou ainda sobre o uso do drone nas ações da 64ª CIPM. “Em todas as operações da 64 estamos utilizando o drone para identificar os equipamentos e dos homens no terreno e os pontos de fuga. Nesta operação foram utilizadas três viaturas, quatro motos, 15 homens e o drone”.

O presidente do Sindicato dos Camelôs de Feira de Santana (Sindicame), Emerson Mascarenhas, parabenizou a ação da PM e pediu mais organização e segurança para a Feira do Rolo.

“Estamos esperando organização, pois tiveram várias reuniões com a secretaria de Desenvolvimento Econômico, junto com o secretário Antônio Carlos, e com o prefeito, sobre a situação da feira. Quando se organiza, sai o que é ruim e fica o que é bom. Tem vários pais de família aqui, e a minha sugestão é padronizar, dar segurança e trazer toda a infraestrutura”, afirmou Emerson Mascarenhas.

O sindicalista afirmou ainda que em breve será inaugurado próximo ao local o shopping popular e o BRT, e que feiras piores do que a Feira do Rolo foram organizadas, como o Feiraguay e a Feira do Rato.

“Tem muitos pais de família aqui, ficha limpa, cadastrados no sindicato e na Secretaria de Desenvolvimento. Temos o controle das pessoas que são cadastradas no sindicato. Aqui tem diretos e indiretos cerca de 400 trabalhadores. E tem pessoas que são pais de família, não têm o que fazer e vêm para cá vender algum objeto, como um botijão. Tudo se vende aqui, usado, geladeiras, fogões, saldo de roupas”, informou Emerson Mascarenhas.

Com informações e fotos do repórter Paulo José do Acorda Cidade.

Participe de nosso grupo de WhatsApp clicando aqui.

BAIXE NOSSO APLICATIVO