Vereador de Ipirá registra queixa por crime cibernético como tentativa de intimidação e emite nota de esclarecimento

Olá amigos venho aqui manifestar minha indignação com as mentiras que vem sendo colocadas a respeito da minha pessoa em uma suposta conversa de WhatsApp, se observamos bem a suposta conversa a semelhança na forma de escrever das duas pessoas da conversa e altíssima, contudo, vemos que existem duas contas do WhatsApp no mesmo aparelho (conforme vermos na barra superior de notificação), sendo simultâneo o envio das mensagens e o recebimento.

Outro ponto a ser notado e o plano de fundo do aplicativo (Polícia Militar de São Paulo) caracterizando a tentativa de esconder a verdadeira identidade da pessoa que simulou a conversa. O que mais chama a atenção é a imagem utilizada para o perfil da conversa. Essa imagem eu postei na minha conta do Instagram no dia 09 de outubro de 2016, sendo que a foto do meu perfil no WhatsApp se encontra a mais de um ano sendo a de uma águia.

A menção de uma suposta compra de 10 tarefas de terra na fazenda Belchior no município de Itaberaba, conforme podem ver na minha declaração de bens não tenho nenhum terreno naquele município. O cargo que exerço na administração pública e de vereador (função fiscalizadora) sendo de oposição ao governo, não tenho atribuições para gerir recursos do município. Constando mais uma contradição da suposta conversa quando diz que fiz um desvio com os demais colegas, a insistência de evidenciar o nome Jaildo Santos, e do cargo de vereador deixa claro a intenção de difamar minha imagem com finalidades políticas de descaracterizar minha forte oposição a gestão.

As devidas medidas legais já foram tomadas como boletim de ocorrência registrado na 12ª CORPIN Ipirá, BO 17-01776 junto a Polícia Civil. Os responsáveis estão sendo localizados para arcar com suas atitudes mentirosa com a finalidade de difamar a minha imagem. Quero dizer que continuarei firme na luta por melhores condições para o povo de Ipirá e farei forte oposição, cobranças e críticas quando se fizerem necessárias.

Jaildo Santos Souza