PREFEITO MB 2017 – NA SÉRIE B – COM 0,3 PONTOS

O FLUXOGRAMA está de volta, trata-se de um controle da administração em Ipirá na atual gestão (ano base 2017).

O FLUXOGRAMA é está carinha graciosa que está na parte de baixo do retrato acima, trata-se de uma entidade móvel, que se movimenta para os lados, para cima e para baixo e caminha por todo o retrato. Só perderá a acessibilidade quando a obra estiver disponibilizada à população será marcada com um X no retrato, assim sendo o FLUXOGRAMA perderá força.

O prefeito é este rosto emblemático e preocupado em realizar o seu trabalho, que está no centro do retrato e de todas as atenções dos munícipes.

Ao seu redor estão dez obras importantes para o município de Ipirá, no texto são dezesseis.

Faltam três anos! Se o prefeito não realizar as obras necessárias ao município de Ipirá, o FLUXOGRAMA vai ficar azuretado da vida e vai partir para tapar o rosto do prefeito.

01.U.T.I. (não)
02.SAMU (não)
03.ASFALTO NO CENTRO (não)
04.REQUALIFICAÇÃO DA PÇA. DA BANDEIRA (não)
05.REQUALIFICAÇÃO DO PUXA (em andamento)
06.MERCADO DE ARTE (não)
07.CASA DO ESTUDANTE (não)
08.AV. RGS (não)
09.MATADOURO DE IPIRÁ (não)
10.COBERTURA CENTRO DE ABASTECIMENTO (não)
11.SANEAMENTO BÁSICO (parado)
12.PRAÇA DO MIRANTE (no papel)
13.ESTRADAS RURAIS com técnica de Santa Catarina (nada)
14.FACULDADE DE VERDADE (pública, gratuita, de qualidade, que não seja curso de extensão, temporário e intempestivo); (nada)
15.PEQUENAS REPRESAS (tipo Trapiá) para represar os rios que passam por Ipirá, até perenizá-los; (nada)
16.CALÇAMENTO DE 100 RUAS (calçou a Eloi Marques).

Um ano de governo, o prefeito Marcelo Brandão só realizou um AÇUDE ou AGUADA no Salgado, outro no povoado Santa Rita e 01 calçamento na rua da FM.

O prefeito está devagar, não disse para que veio; mas tem mais três anos para tirar uma nota 10 ou 16, porque estamos querendo ver o desenvolvimento de Ipirá.

Qualquer cidadão poderá controlar a performance do gestor nestes três anos. Na série B, não é nada confortável a situação do prefeito de Ipirá.

Por Agildo Barreto