Prefeitura esclarece falta de colchão, mas não justifica ‘falta de atendimento’ no hospital de Ipirá

Em vídeo divulgado nas redes sociais, a prefeitura de Ipirá através da Coordenadora de Ene do Hospital Municipal, e também do diretor do mesmo hospital, esclarece a falta de colchão em uma das camas na unidade hospitalar mostrada em um vídeo divulgado nas redes sociais no último domingo (17).

O vídeo tem inicio com a Coordenadora de Ene do Hospital, Silvana,  falando que é “inverdade” os fatos relatados no primeiro vídeo, e que a criança “ficou internada por apenas 1 hora no hospital” e saiu para outra cidade por conta própria, depois que a família do paciente assinou um tempo de responsabilidade.

Ela ainda afirma que existia sim colchão no leito em que a criança estava, e que o segundo leito estava sem colchão porque o mesmo havia sido retirado para fazer higienização. Ainda segundo Silvana, “os leitos são gerenciados pela equipe de enfermagem e agente só disponibiliza esses leitos estando completos, com colchoes e lençol”, afirma.

Já na parte final do vídeo, o diretor do Hospital, Edmílson Jones, faz comparações da situação em que a unidade hospitalar se encontrava no inicio da atual gestão com o modo em que o hospital se encontra hoje. “Eu me lembro que quando o prefeito Marcelo Brandão assumiu o destino do município, esse hospital era realmente um lixo! Concordo até que ele ainda não está estruturado, mas essa reforma secular que está sendo feita nele vai ter que ter um fim, e com certeza isso vai acontecer ainda no governo Marcelo Brandão. O hospital de Ipirá hoje já está com outra aparência, com outro atendimento”, ponderou Edmílson.

Edmílson diz ainda que “é preciso que população tenha consciência da verdade. O que postam sobre o hospital é uma inverdade. É uma questão politica que só vem prejudicar a população”, afirma.

Assim como Silvana, Edmílson não entrou em detalhes sobre o quadro clinica do paciente. Além disso, eles também não falaram sobre os procedimentos adotados pela equipe medica, como também não falou sobre a falta de atendimento e ambulância para transferência do paciente, conforme foi dito no primeiro vídeo.

Assista aos vídeos abaixo e tire suas próprias conclusões.

 

Primeiro vídeo (paciente):

 

Segundo vídeo (prefeitura):

 

 

 

 

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