42 presos foram mortos dentro de cadeias do sistema prisional do Amazonas nesta segunda-feira (27). A confirmação é do Governo do Estado. Neste domingo (26), uma briga entre presos deixou 15 presidiários mortos. Ao todo o número de mortos chega a 57.

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) confirma mortes no Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM 1), Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) e Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), nesta segunda-feira (27/05), foram encontrados 42 detentos mortos, todos com indícios de morte por asfixia.

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) afirma que, “neste momento, a situação está controlada e os presos estão na tranca”.

Quinze presos mortos no Compaj

No domingo, uma confusão entre detentos do Compaj envolveu presos dos pavilhões 3 e 5 da unidade prisional, segundo informou o governo.

A Secretaria de Administração Penitenciária comunicou que iniciou as investigações em relação ao ocorrido. A confusão teve início às 11h, no momento em que parentes faziam visitas.

Massacre em 2017

Em janeiro de 2017, Complexo Anísio Jobim (Compaj) registrou rebelião que resultou na morte de 56 pessoas em janeiro de 2017. Na ocasião, a rebelião durou mais de 17 horas e foi considerado pelo secretário como “o maior massacre do sistema prisional” do Estado.

Em dezembro do ano passado um agente penitenciário foi morto dentro do Compaj. À época, 12 detentos foram presos suspeitos da morte.

Fonte: G1