A empresa Líder Brasileira em Grupos e Serviço (LGBS) virou alvo de questionamentos após um suposta caso de intoxicação alimentar no Hospital Geral Roberto Santos vir à tona. Relatos apontam que profissionais de saúde passaram mal depois de consumirem alimentos fornecidos pelo serviço de nutrição da unidade.
Embora o hospital tenha afirmado que as amostras encaminhadas para análise laboratorial não tenham identificado qualquer inconformidade ou contaminação nos alimentos analisados, as suspeitas recaíram sobre a empresa.
A LBGS foi contratada em janeiro deste ano para realizar o serviço de fornecimento de alimentação hospitalar no Roberto Santos e também na Maternidade Tsylla Balbino. O valor do contrato assinado no dia 8 de janeiro foi de R$ 58 milhões, com vigência de 12 meses.
A empresa tem sede em São Paulo e tem capital social de R$ 5,3 milhões. No quadro sócios estão o empresário Guilherme da Silva Bonadio e a holding GSB Participações LTDA. As atividades secundárias chamam a atenção. A empresa descreveu que além de função principal, que é o fornecimento de alimento, ela atua em mais de 21 atividades, que vai de instalação e manutenção elétrica, serviços de engenharia, até atividades de terapia de nutrição enteral e parenteral.
Em nota enviada ao BNews, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), a LGBS foi contratada por meio de processo licitatório, em conformidade com a legislação vigente e com a observância de todos os critérios técnicos e legais estabelecidos.
A Sesab disse, ainda, que “seguirá monitorando de forma permanente os serviços prestados na unidade”.
A reportagem tentou contato com a empresa, mas não obteve retorno. O espaço segue aberto.
Com informações do Bnews





