O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) provocou repercussão nas redes sociais após revelar que assinou, nos Estados Unidos, um documento para que a filha não receba determinadas vacinas. A informação foi publicada pelo próprio político, que atualmente vive no país.
Na publicação, Eduardo afirmou ter assinado uma declaração relacionada à vacinação da filha. O episódio gerou críticas diante das discussões sobre imunização infantil e da responsabilidade dos pais na proteção da saúde das crianças.
A Revista Fórum classificou a atitude como um risco à filha do ex-parlamentar e criticou a decisão de abrir mão da vacinação. O título da reportagem faz referência à medida adotada por Eduardo e à exposição da criança a possíveis riscos.
Eduardo Bolsonaro vive nos Estados Unidos desde 2025. O ex-deputado deixou o Brasil após anunciar uma licença do mandato e passou a atuar politicamente em território norte-americano, especialmente em articulações relacionadas ao governo Donald Trump e às relações entre Brasil e Estados Unidos.
Em junho de 2026, Eduardo foi condenado por unanimidade pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) a quatro anos e dois meses de prisão pelo crime de coação no curso do processo. A decisão também determinou sua inelegibilidade, embora ainda existam recursos previstos no processo.
A condenação está relacionada à atuação do ex-deputado nos Estados Unidos para pressionar autoridades brasileiras durante o processo que envolvia seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo a acusação, Eduardo buscou utilizar medidas e articulações no exterior para interferir no andamento do processo judicial.
O episódio envolvendo a vacinação da filha ocorre, portanto, em meio a um período de forte exposição pública de Eduardo nos Estados Unidos e de sucessivas controvérsias envolvendo sua atuação política e pessoal no país.
Com informações da Revista Fórum





