Um homem suspeito de participar do furto de mais de R$ 100 mil de uma casa lotérica na cidade de Barra do Choça, no sudoeste da Bahia, morreu durante uma ação policial realizada no sábado (20), em Itabuna, no sul do estado.
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito, identificado como Alexsandro Ferreira do Amor Divino, de 36 anos, possuía um mandado de prisão em aberto relacionado às investigações do crime ocorrido em 2025. A operação foi realizada no bairro Parque Verde, onde equipes policiais cumpriam mandados de busca e apreensão e de prisão.
Segundo a Polícia Militar, ao localizar o suspeito, os agentes teriam sido recebidos a tiros. Houve confronto e, ao término da troca de disparos, Alexsandro foi encontrado ferido. Ele foi socorrido e encaminhado para uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos.
Ainda conforme a PM, durante a ação foram apreendidos uma pistola, dois carregadores, munições e três tabletes de maconha. O mandado de prisão fazia parte das investigações conduzidas pela Polícia Civil para identificar e localizar os integrantes do grupo suspeito de invadir a lotérica em Barra do Choça.
O corpo de Alexsandro Ferreira do Amor Divino foi encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Itabuna e liberado para os familiares ainda no sábado.
Furto ocorreu em 2025
O furto investigado aconteceu na madrugada de 4 de maio de 2025. Segundo a polícia, os suspeitos conseguiram acessar o interior da lotérica após abrir um buraco em uma parede de um imóvel vizinho que passava por reformas.
Moradores da região relataram ter ouvido barulhos de marteladas durante a madrugada, mas acreditaram que os sons estavam relacionados à obra realizada ao lado do estabelecimento. Posteriormente, o proprietário do imóvel em reforma encontrou uma abertura na parede e constatou a invasão.
As investigações apontam que os criminosos abriram um buraco de aproximadamente um metro de diâmetro para acessar a lotérica. Após entrarem no local, os suspeitos desativaram o sistema de alarme e retiraram a câmera de segurança e o equipamento responsável pelo armazenamento das imagens.
De acordo com a Polícia Civil, mais de R$ 100 mil foram levados durante a ação criminosa. As investigações sobre a participação de outros envolvidos continuam.
Com informações do G1 Bahia






