A vereadora de Florianópolis Manu Vieira (PL) informou que denunciou à Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) a situação registrada na trilha da Galheta, que dá acesso à Praia da Galheta, na capital catarinense. Segundo a parlamentar, o local tem sido utilizado para práticas de s*xo explícito ao ar livre e para a venda de drogas.
De acordo com Manu Vieira, ela esteve na trilha em uma quarta-feira, por volta das 17h, quando afirmou ter presenciado diversas atividades consideradas ilícitas.
“O que eu vi naquela trilha, em uma quarta-feira, 17 horas, foi de envergonhar a minha cidade. Tive a infelicidade de flagrar pelo menos sete pessoas em atividades ilícitas e o que encontrei lá, senhores, foram guarda-vidas com medo de fazer o seu ofício”, declarou.
A vereadora afirmou ainda que identificou oferta de drogas no local e relatou que serviços estariam sendo negociados digitalmente durante as ocorrências.
“Havia serviços sendo vendidos digitalmente, inclusive com a oferta de drogas ilícitas. Eu fiz uma denúncia para a Deic, para a Polícia Civil. Precisa ter segurança para que todos frequentem e hoje, infelizmente, nós não estamos nessa passada”, afirmou.
A declaração foi feita durante sessão na Câmara Municipal de Florianópolis, no momento em que os vereadores discutiam um pedido para acelerar a tramitação de um projeto de lei que trata da autorização da prática de naturismo (nudismo) na Praia da Galheta.
Durante o discurso, a parlamentar apresentou imagens que mostram diversos preservativos usados espalhados pela trilha e pela faixa de areia da praia.
Segundo Manu Vieira, guarda-vidas que atuam na região também teriam relatado medo de exercer suas funções devido a ameaças e situações de assédio registradas no local.
“A situação chegou ao ponto de guarda-vidas relatarem medo de exercer o próprio trabalho por causa de ameaças e assédio. Isso é inaceitável”, afirmou.
Com informações do Bnews






