O estado de Minas Gerais entrou em alerta diante do avanço de doenças respiratórias que têm registrado, em média, 70 novos casos por dia em 2026. A previsão das autoridades de saúde é de que o pico de internações ocorra nas próximas quatro semanas.
De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, os casos estão associados à circulação de diferentes vírus, incluindo COVID-19, bronquiolite e o vírus sincicial respiratório, com maior incidência entre os meses de março e maio.
Para atender à crescente demanda, o governo estadual anunciou a abertura de novos leitos hospitalares e o reforço das equipes de saúde. Serão disponibilizados sete leitos de UTI e 19 de enfermaria, com prioridade para casos mais graves.
A ampliação ocorre no Hospital Infantil João Paulo II, unidade de referência no atendimento pediátrico em Belo Horizonte. O hospital também recebeu reforço de 150 profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos e fisioterapeutas respiratórios.
Além da ampliação de leitos, foram implantados novos consultórios de urgência, leitos de suporte clínico e pontos de medicação para agilizar o atendimento e reduzir a sobrecarga do sistema de saúde.
O aumento de casos segue tendência observada em outras regiões do país. Dados da Fundação Oswaldo Cruz indicam crescimento nos registros de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), com predominância de vírus como influenza A, rinovírus e o vírus sincicial respiratório.
As autoridades de saúde acompanham a evolução dos casos e mantêm medidas para ampliar a capacidade de atendimento durante o período considerado mais crítico.
Com informações do MIX





