Moedas comemorativas de 1 real têm despertado o interesse de colecionadores e podem atingir valores elevados no mercado numismático brasileiro. Dependendo do estado de conservação, da raridade e de características específicas, alguns exemplares podem ser negociados por até R$ 13 mil.
O interesse crescente por esse tipo de item tem impulsionado o mercado de numismática no país e levado muitas pessoas a revisitar moedas guardadas em gavetas e cofres antigos. Peças que antes circulavam normalmente passaram a ser vistas como itens de alto valor histórico e comercial.
Entre os exemplares mais procurados estão moedas comemorativas, edições limitadas e aquelas que apresentam erros de cunhagem. Esses fatores influenciam diretamente na valorização e tornam determinadas peças altamente disputadas entre colecionadores.
Especialistas destacam que a raridade está ligada à quantidade de unidades produzidas e ao estado de conservação. Moedas classificadas como “Flor de Cunho”, sem sinais de uso, costumam alcançar os maiores preços. Também ganham destaque as chamadas moedas “prova”, cunhadas com acabamento superior e destinadas originalmente a testes de qualidade, geralmente identificadas pela inscrição “Prova” ou pela letra “P”.
No Brasil, algumas moedas de 1 real se destacam no mercado, como as comemorativas dos 40, 50 e 60 anos do Banco Central, a edição em homenagem a Juscelino Kubitschek e a moeda conhecida como Beija-Flor. Cada uma possui características próprias que influenciam na avaliação e no valor final.
A comercialização dessas moedas ocorre em lojas especializadas, leilões e feiras numismáticas, além de plataformas digitais e redes sociais. Marketplaces e grupos online concentram grande volume de anúncios, exigindo atenção quanto à procedência e à avaliação correta das peças. Avaliações profissionais seguem sendo recomendadas antes de qualquer negociação.
Com informações do Gazeta de S.Paulo





