A desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) Lígia Ramos, seus filhos e advogados Arthur Gabriel Ramos Barata e Rui Carlos Barata Lima Filho, e mais três pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Federal (MPF), no último sábado (2).

Esta é a sexta denúncia apresentada desde a deflagração da Operação Faroeste para o Superior Tribunal de Justiça (STJ). A acusação contra a magistrada é de venda de sentenças judiciais para venda ilegal de terras no oeste da Bahia.

Segundo o relator do caso, o ministro Og Fernandes, os envolvidos são acusados de receber R$ 950 mil em propina. Parte das provas que orientaram a investigação vieram através da delação de Júlio César Cavalcanti Ferreira, que firmou acordo de colaboração premiada com o MPF.

Lígia Ramos está presa preventivamente desde o dia 14 de dezembro. Ela cumpre reclusão no Núcleo de Custódia da Polícia Militar, em Brasília.

Fonte: Varela Notícias

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