POLÍTICA

Flávio pede bloqueio de redes e multa após ser alvo de ameaça

O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a suspensão dos perfis nas redes sociais de um homem investigado por supostamente ameaçá-lo antes de uma agenda de campanha em Juiz de Fora (MG). A ação foi protocolada no domingo (16) e será analisada pelo presidente do TSE, ministro Nunes Marques.

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Segundo a defesa, o investigado publicou um comentário no Facebook em 12 de agosto, em uma postagem que anunciava a passagem de Flávio Bolsonaro pela cidade. Na publicação, escreveu “Dessa vez deixa cmg” e acrescentou dois emojis de facas.

A agenda do candidato em Juiz de Fora acabou sendo cancelada por causa das condições climáticas.

Na representação apresentada ao TSE, os advogados de Flávio pedem que os perfis do investigado sejam suspensos até o fim das eleições. A defesa também solicita a aplicação de multa de R$ 30 mil, a remoção da publicação e de eventuais compartilhamentos.

Os advogados ainda pediram que a Meta preserve informações relacionadas aos perfis, incluindo dados de acesso, alcance das publicações e possíveis alterações no conteúdo.

Caso o tribunal não determine a suspensão das contas, a defesa solicita que o investigado seja proibido de fazer novas publicações contra Flávio Bolsonaro, sob pena de multa diária em caso de descumprimento.

O caso também é investigado na esfera criminal. Em decisão de 15 de agosto, a Justiça de Minas Gerais autorizou a realização de busca e apreensão de aparelhos eletrônicos pertencentes ao investigado, além da quebra de sigilo telemático.

O homem prestou depoimento no mesmo dia. A Justiça também determinou que ele mantenha distância mínima de 500 metros de Flávio Bolsonaro, de sua residência, locais de trabalho e eventos de campanha.

Além disso, foi proibido qualquer tipo de contato com o candidato, seja pessoalmente, por telefone ou pelas redes sociais. Segundo a decisão judicial, o descumprimento das medidas pode levar à decretação de prisão preventiva.

Com informações do Portal Chico Sabe Tudo

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