POLÍTICA

A palavra na mão de Flávio que virou saída para escapar de pergunta sobre o golpe

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, recorreu a uma estratégia política durante sabatina no Jornal Nacional, da TV Globo, na sexta-feira (16). Com a palavra “motoboy” escrita na mão esquerda, ele aproveitou uma pergunta sobre a responsabilização dos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 para direcionar o discurso aos trabalhadores de aplicativos e criticar o governo Lula (PT).

Durante a entrevista, a jornalista Renata Lo Prete questionou Flávio sobre a punição dos responsáveis pela invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília. Ao abordar o episódio, ela mencionou as agressões a policiais, o roubo de armas e os danos ao patrimônio público.

O senador afirmou que os envolvidos deveriam receber punições proporcionais aos crimes cometidos, mas citou a presença de uma “senhorinha com bíblia” e de vendedores entre os manifestantes. Em seguida, desviou o foco da pergunta e declarou: “Hoje, o golpe que está acontecendo é o do atual presidente”.

Na sequência, Flávio passou a criticar Lula e acusou o governo federal de prejudicar os motociclistas por divergências políticas com o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB). Ele mencionou a faixa azul para motos e questões relacionadas a um empréstimo para a saúde municipal, sem apresentar uma resposta direta sobre a tentativa de golpe de 8 de janeiro.

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, recorreu a uma estratégia política durante sabatina no Jornal Nacional, da TV Globo, na sexta-feira (16). Com a palavra “motoboy” escrita na mão esquerda, ele aproveitou uma pergunta sobre a responsabilização dos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 para direcionar o discurso aos trabalhadores de aplicativos e criticar o governo Lula (PT).

Durante a entrevista, a jornalista Renata Lo Prete questionou Flávio sobre a punição dos responsáveis pela invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília. Ao abordar o episódio, ela mencionou as agressões a policiais, o roubo de armas e os danos ao patrimônio público.

O senador afirmou que os envolvidos deveriam receber punições proporcionais aos crimes cometidos, mas citou a presença de uma “senhorinha com bíblia” e de vendedores entre os manifestantes. Em seguida, desviou o foco da pergunta e declarou: “Hoje, o golpe que está acontecendo é o do atual presidente”.

Na sequência, Flávio passou a criticar Lula e acusou o governo federal de prejudicar os motociclistas por divergências políticas com o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB). Ele mencionou a faixa azul para motos e questões relacionadas a um empréstimo para a saúde municipal, sem apresentar uma resposta direta sobre a tentativa de golpe de 8 de janeiro.

Com informações do DCM

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