Entraram em vigor nesta quarta-feira (22) as novas regras do Minha Casa, Minha Vida, com mudanças que impactam clientes com conta ativa na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil. As alterações têm como objetivo ampliar o acesso ao crédito habitacional e estimular o mercado imobiliário.
As atualizações estabelecem novos critérios de renda e valores dos imóveis financiados. A partir de 2026, famílias com renda bruta mensal de até R$ 13 mil podem participar do programa, ampliando o alcance da política habitacional.
O novo enquadramento por faixas foi redefinido. A Faixa 1 passa a contemplar famílias com renda de até R$ 3.200, com imóveis de até R$ 275 mil. A Faixa 2 abrange rendas entre R$ 3.200,01 e R$ 5 mil, também com limite de imóveis de até R$ 275 mil. Já a Faixa 3 inclui famílias com renda de R$ 5.000,01 a R$ 9.600, permitindo imóveis de até R$ 400 mil. A Faixa 4, nova categoria do programa, atende famílias com renda de até R$ 13 mil, com imóveis avaliados em até R$ 600 mil.
Com a reestruturação, famílias poderão ser reenquadradas em faixas com condições mais vantajosas de financiamento. A mudança pode resultar em redução das taxas de juros, em alguns casos com diminuição mínima de 0,25 ponto percentual.
As novas diretrizes foram aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS e fazem parte de uma estratégia do governo federal para ampliar a inclusão habitacional e impulsionar o setor da construção civil no país.
As informações são do MIX




