O programa Gás do Povo passou por mudanças em 2026 e deixou de incluir famílias compostas por apenas uma pessoa entre os beneficiários. A reformulação foi conduzida pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, que adotou critérios mais restritivos para ampliar o alcance social e direcionar melhor os recursos públicos.
Com a nova regra, apenas famílias com duas ou mais pessoas podem receber o benefício, mesmo que pessoas que vivem sozinhas atendam aos demais requisitos exigidos.
Para ter direito ao Gás do Povo, é necessário estar inscrito no Cadastro Único, ter os dados atualizados nos últimos 24 meses, possuir renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa, ser beneficiário do Bolsa Família, além de ter CPF regular.
O programa tem alcance nacional e a previsão é atender cerca de 15 milhões de famílias, com distribuição estimada de até 65 milhões de recargas de gás por ano.
Uma das principais mudanças foi a substituição do pagamento em dinheiro pelo sistema de vale-recarga, que permite a retirada gratuita de botijões de gás de 13 kg em pontos credenciados. A frequência do benefício varia conforme o tamanho da família: lares com duas ou três pessoas recebem a cada três meses, enquanto famílias com quatro ou mais integrantes têm acesso a cada dois meses.
A retirada do benefício pode ser feita por meio do aplicativo Meu Social – Gás do Povo, cartão do Bolsa Família, cartão de débito da Caixa Econômica Federal ou CPF com validação por SMS, em uma rede com mais de 20 mil revendas autorizadas em todo o país.
A consulta para saber se há direito ao benefício pode ser realizada por canais oficiais, como aplicativos, sites do governo, telefone e agências da Caixa.
Segundo o governo, a exclusão de famílias unipessoais busca priorizar lares com maior número de integrantes, onde o consumo do gás é considerado mais essencial. O caso segue sob acompanhamento e pode passar por revisões futuras.
Com informações do Seu Crédito Digital





