
Pacientes imunocomprometidos, ou seja, que têm uma capacidade de lutar contra vírus e bactérias, fazem parte de um dos principais grupos de risco para a Covid-19. Desde o início da pandemia, há relatos de pessoas que, uma vez contaminadas, ficam meses com o coronavírus circulando no corpo.
Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, descobriram o que pode ser o paciente com o vírus há mais tempo: mais de 471 dias. O homem não identificado tem cerca de 60 anos, e está sendo tratado para linfoma, um tipo de câncer no sistema linfático.
Os cientistas descobriram que o indivíduo tem três sublinhagens diferentes no corpo, e acreditam que o vírus está sofrendo mutações e o paciente pode ser um vetor de transmissão. As mudanças no genoma estão acontecendo duas vezes mais rápido do que o normal.
O estudo foi publicado em versão pré-print no último sábado (2/7), e ainda não foi revisado pela comunidade científica. O paciente segue testando positivo para a Covid-19. A situação é diferente da chamada Covid longa, quando o paciente tem alguns sintomas, mas não tem o vírus circulando no organismo.
“Essa infecção crônica resulta em uma evolução e divergência acelerada do Sars-CoV-2, um mecanismo que pode potencialmente contribuir para o surgimento de variantes geneticamente diversas”, escrevem os cientistas no artigo.

Fonte: Metrópoles
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