POLÍTICA

Menina de 13 anos grávida e compra de silêncio por R$ 470 mil: a denúncia de est*pro contra o vice de Flávio

O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), anunciado como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), é alvo de uma denúncia que apura a suspeita de estupro de vulnerável contra uma adolescente de 13 anos. Segundo reportagem do Diário do Centro do Mundo, o caso foi levado à Polícia Federal por meio de uma notícia de fato apresentada pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS).

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De acordo com a denúncia, a adolescente teria engravidado em decorrência do suposto abuso e dado à luz uma criança. O documento também afirma que teria havido uma tentativa de impedir que o caso chegasse às autoridades por meio de um suposto pagamento de R$ 470 mil à família da vítima, sendo R$ 70 mil já repassados e outros R$ 400 mil negociados. Essas alegações fazem parte da notícia de fato encaminhada à Polícia Federal e ainda são objeto de apuração.

Ainda segundo a reportagem, a Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para instaurar um inquérito sobre o caso. O pedido foi distribuído ao ministro Gilmar Mendes, que solicitou manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Até o momento, o procedimento segue sob sigilo e aguarda parecer do órgão antes de uma decisão sobre a abertura formal da investigação.

Alfredo Gaspar nega as acusações. Em manifestações públicas, o deputado afirmou ser o maior interessado na apuração dos fatos, classificou a denúncia como caluniosa e declarou que realizou exame de DNA para comprovar sua inocência. Ele também sustenta que a acusação tem motivação política e apresentou medidas judiciais contra os parlamentares responsáveis pela notícia de fato.

O caso ganhou repercussão após o anúncio de Alfredo Gaspar como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro. Até o momento, não há decisão judicial sobre o mérito das acusações, e a eventual abertura de inquérito pelo STF dependerá da análise da Procuradoria-Geral da República e da deliberação do ministro relator.

Com informações do DCM

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