POLÍTICA

Novo escândalo atinge Flávio Bolsonaro após operação da PF mirar chapa do PL

A chapa apoiada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para as eleições no Rio de Janeiro voltou a ser atingida por uma investigação da Polícia Federal. Na terça-feira (7), a corporação deflagrou a sexta fase da Operação Unha e Carne, que apura a atuação de uma organização criminosa suspeita de utilizar postos de combustíveis para lavar dinheiro do crime organizado.

Entre os alvos da operação está Márcio Canella (União Brasil), ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado na chapa de Flávio Bolsonaro. Canella foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo durante o cumprimento dos mandados. Ele preside o União Brasil no Rio de Janeiro e tem Rogéria Bolsonaro, mãe do senador, como primeira suplente em sua candidatura ao Senado.

Flávio Bolsonaro já havia manifestado apoio público a Canella, a quem chamou de “amigo”, afirmando apoiá-lo “100%”. A operação representa mais um episódio envolvendo integrantes do grupo político que apoia o senador no estado.

Esta é a segunda investigação da Polícia Federal que atinge nomes ligados à composição da chapa do PL no Rio de Janeiro. Em 15 de maio, o ex-governador Cláudio Castro (PL), que era cotado para disputar uma vaga ao Senado, foi alvo da Operação Sem Refino, que investiga suspeitas de fraudes fiscais envolvendo a Refit, antiga Refinaria de Manguinhos.

Após a operação, Cláudio Castro desistiu da candidatura ao Senado em 28 de maio. Desde então, o Partido Liberal ainda não definiu quem ocupará a vaga. Entre os nomes cogitados para a disputa estão os deputados federais Carlos Jordy e Sóstenes Cavalcante, além do senador Carlos Portinho.

Com informações do Bnews

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