POLÍTICA

Quaest: Lula sobe na pesquisa espontânea e está 8 pontos à frente de Flávio Bolsonaro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) na pesquisa espontânea de intenção de voto para a Presidência da República, segundo levantamento Genial/Quaest divulgado nesta quarta-feira (2). O cenário mostra crescimento da lembrança do nome do petista entre os eleitores, enquanto Flávio aparece atrás.

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Na modalidade espontânea, quando os entrevistados não recebem uma lista com os nomes dos candidatos, Lula aparece com 29% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 21%. A diferença é de oito pontos percentuais entre os dois principais nomes da disputa.

O resultado representa uma mudança em relação ao levantamento anterior. O crescimento de Lula ocorre em um momento de intensificação da campanha eleitoral e após as sabatinas dos presidenciáveis.

Lula também lidera cenário estimulado

Na pesquisa estimulada, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Lula também aparece na liderança. O petista registra 37%, contra 30% de Flávio Bolsonaro. Augusto Cury (Avante) aparece na terceira posição, com 10%.

A pesquisa foi realizada presencialmente com 2.004 eleitores, entre 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07065/2026.

Apesar da vantagem de Lula no primeiro turno, o cenário muda na simulação de segundo turno. Nesse caso, o presidente aparece com 42%, enquanto Flávio Bolsonaro chega a 41%, configurando empate técnico dentro da margem de erro.

O levantamento mostra, portanto, uma disputa mais equilibrada entre Lula e Flávio em uma eventual segunda rodada, enquanto o presidente mantém vantagem no primeiro turno e amplia sua presença entre os eleitores que citam espontaneamente um candidato.

A pesquisa também aponta crescimento de Augusto Cury, que alcançou 10% no primeiro turno, alterando a distribuição das intenções de voto entre os candidatos que disputam espaço fora da polarização entre Lula e o bolsonarismo.

Com informações da Revista Fórum

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