POLÍTICA

Carro de Flávio pegou fogo no mesmo ato em que ele usou imagem de Nossa Senhora Aparecida

Um carro de som utilizado durante um ato de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), pegou fogo na manhã desta segunda-feira (28), na região do Brás, em São Paulo. O veículo estava sendo usado para transmitir os discursos dos políticos quando as chamas começaram.

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O incêndio interrompeu momentaneamente a atividade política e assustou apoiadores que acompanhavam o evento. Segundo informações divulgadas pelo UOL, integrantes das campanhas e a Polícia Militar não souberam informar inicialmente o que provocou o fogo. O veículo também não contava com extintor, e posteriormente foi retirado do local.

Ninguém ficou ferido. O carro havia sido utilizado pouco antes pelo prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), que participou do ato em apoio às candidaturas de Flávio e Tarcísio. As chamas começaram enquanto a programação política seguia na região central da capital paulista.

O episódio ocorreu no mesmo evento em que Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas apareceram segurando uma imagem de Nossa Senhora Aparecida. A cena aconteceu em meio à repercussão de uma controvérsia envolvendo o candidato e a Igreja Católica.

Nos últimos dias, Flávio também havia criticado publicamente a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), acusando integrantes da entidade de terem ajudado a disseminar informações que ele classificou como falsas. A CNBB reagiu às declarações e afirmou que não integra partidos ou campanhas eleitorais.

A polêmica envolvendo Nossa Senhora Aparecida começou após a circulação de uma informação falsa que atribuía a Flávio uma proposta para retirar da santa o título de Padroeira do Brasil. O projeto citado nas publicações foi apresentado em 2007 pelo então deputado Victório Galli e arquivado em 2008, sem relação com Flávio Bolsonaro.

Até o momento, não havia sido divulgada uma causa oficial para o incêndio no carro de som. As circunstâncias do incidente permanecem sem esclarecimento.

Com informações do DCM

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