FINANÇAS

Após avanço do PIX, Banco Central confirmou o fim de notas de dinheiro em papel

O Banco Central do Brasil iniciou o processo de retirada de circulação das notas da primeira família do real, lançadas em 1994. A medida envolve cédulas de R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100 em versões antigas.

Segundo o Banco Central, a substituição faz parte de um processo de modernização do sistema monetário brasileiro e busca aumentar a segurança das transações financeiras no país.

As cédulas lançadas após 2010 passaram a contar com novos elementos de segurança, como tamanhos diferenciados, marcas holográficas e dispositivos mais avançados para dificultar falsificações.

A mudança foi formalizada por meio de instrução normativa do Banco Central, que prevê a retirada gradual das notas antigas conforme elas retornarem ao sistema bancário.

As notas da primeira família do real circularam amplamente entre 1994 e 2010 e ficaram conhecidas pelos desenhos tradicionais utilizados nas cédulas brasileiras durante o período.

O processo também inclui a retirada da cédula comemorativa de R$ 10 produzida em polímero, lançada no ano 2000 em celebração aos 500 anos do Descobrimento do Brasil. Conhecida popularmente como “nota de plástico”, a peça se tornou item valorizado entre colecionadores.

Apesar da retirada gradual, as notas antigas continuam válidas e podem seguir sendo utilizadas normalmente pela população. Quando depositadas ou entregues aos bancos, as instituições financeiras encaminham as cédulas ao Banco Central para substituição.

O processo ocorre em paralelo ao avanço dos meios digitais de pagamento no país, como o Pix, além da ampliação da circulação de cédulas mais recentes, incluindo a nota de R$ 200 lançada em 2020.

Segundo o Banco Central, a atualização busca reforçar a segurança e a eficiência do sistema financeiro nacional.

Com informações do Mix

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